Publicado por: Silvia em: janeiro 30, 2010
Publicado por: Silvia em: janeiro 16, 2010
A mais eficiente e poderosa confiança é a serena confiança.
Ela não se vangloria nem é arrogante. A serena confiança não se abala com a zombaria e a crítica daqueles que com esses atos só deixam transparecer e manifestar suas próprias inseguranças. A serena confiança faz aquilo que é correto fazer, não se importando com o que os outros pensem.
A serena confiança é edificada pela substância, e não é manifesta para exibições emocionais. Ela é genuína e poderosa. A serena confiança não está preocupada com aparências. Ela simplesmente realiza e concretiza os alvos propostos. A serena confiança nem sempre pode ser vista, e normalmente você nem cogita sobre ela. Contudo ela trabalha incansavelmente por trás das cortinas, lhe trazendo coisas de precioso significado, e valor eterno.
A serena confiança serena transcende a limitada confiança humana. Ela é divina; tem sua raiz e origem no relacionamento com o Pai. Ela se sobrepõe ao barulho, à agitação e às aparentes adversidades que surgem em meio ao caminho. A serena confiança pode ser a sua realidade, quando seus olhos estiverem fixados em Deus e não nas suas circunstâncias.
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre. Salmos 125:1
Publicado por: Silvia em: janeiro 11, 2010
Quem nunca ouviu falar na crise dos sete anos? Teoricamente o casal que chega ao sete anos de casados entra em um estado de desgaste conjugal que, se não revertido, resulta em separação.
Se por um lado não se trata de uma questão matemática (como se necessariamente todo casal que completasse sete anos juntos fosse entrar em uma crise), por outro lado há dados que apoiam a idéia de que os primeiros anos do casamento são os mais críticos para a sua preservação.
Segundo estatísticas do registro civil do IBGE com base nas estimativas de cartórios em todo o país (citadas pela Folhapress em 11/12/06), do total de casais separados em 2005, 9,2% tinham até dois anos de casamento contra 5,2% em 1995. Além disso, em 2005 15,4% dos casais separados tinham até três anos de casamento contra 12,7% em 1995.
O mais alarmante é que a taxa de separação no mesmo período manteve-se estável, com exceção dos primeiros anos de união. Será que ao invés de falarmos de “crise dos sete anos”, já deveríamos falar em “crise dos dois anos”? Seja qual for o nome que dermos a esta crise, é inegável que ela existe.
O objetivo deste texto é levantar algumas das principais características e desafios dos cinco primeiros anos de casamento. A importância de conhecê-los está em facilitar a reflexão sobre os possíveis motivos que têm levado casamentos a sucumbirem tão precocemente e, sobretudo, evitar que isto aconteça.
Dois estranhos no ninho… Ou um ninho estranho
Um dos primeiros fenômenos do início do casamento é o estranhamento. Terminada a lua-de-mel, o casal vai para onde deverá se tornar seu “habitat natural”: sua casa. Mas que casa é esta? Um novo lugar para viver e conviver. Mas o problema imediato a resolver é a construção deste lugar. A estrutura física da casa está construída, mas não ainda a estrutura existencial e afetiva. As referências da família de origem de ambos os cônjuges deverão ceder frente à realidade de uma nova família. Valores e hábitos antigos deverão ser revistos em prol da construção de um novo espaço compartilhado. A “minha cama” torna-se “nossa cama”, a cozinha passa a receber outros temperos e o banheiro passa a não suportar certos odores… é preciso certo tempo para que um monte de objetos cercados de paredes se torne uma casa.
Portanto, não se trata de simplesmente se acostumar com uma nova arquitetura, decoração ou mobília, mas de superar o duplo desafio de construir um novo lugar para si e para o outro.
É neste estranho ninho que o casal irá se deparar de maneira nua – literalmente – e crua com a realidade do “enfim, sós”. A revelação da nudez corporal é apenas o começo de uma série de confrontamentos com o real. As fantasias com o corpo do outro tem a ver com um conjunto de fantasias relacionadas ao sexo que, pouco a pouco, vão se desvanecendo, o que pode gerar decepções e medos.
A partir daí, outras fantasias vão sendo convidadas a sair de cena e dar lugar a representações mais adequadas sobre o outro. Pergunta-se: aonde está o “cara romântico” que eu conheci? Aonde foi a “garota divertida” de antes? Cresce a sensação de que “não foi com este homem (ou esta mulher) com quem me casei”. O desencantamento pode ser fatal.
A sogra e outros “queridos parentes”
Há muito o relacionamento com a sogra adquiriu um caráter anedótico. O estereótipo da sogra é daquela mulher sempre pronta a se meter aonde não é chamada e que inferniza o genro, considerado por ela um depósito de defeitos. Evidentemente que isto está longe de ser um fato na totalidade dos casamentos.
Entretanto, aceitando que “toda lenda tem um fundo de verdade”, podemos atentar para aquilo que existe para além dos exageros. É um fato que freqüentemente a família de origem interfere na vida do novo casal, ora por solicitação dos cônjuges, ora por invasão daquela.
Os cônjuges, via de regra, muito jovens e inexperientes, podem ceder à tentação de adotar uma postura infantil diante de crises ou impasses, transferindo a responsabilidade pela direção de suas vidas aos seus antigos tutores.
Pode ser a oportunidade para que pais superprotetores e controladores entrem em ação como bombeiros, apagando os eventuais incêndios de uma vida a dois, ou como juízes, julgando e decidindo o que o casal deve fazer nas mais diversas situações.
Os pais, tomados por uma ansiedade excessiva pelo bem-estar dos filhos, aliada a pouca disposição em confiar neles (geralmente justificada pela imaturidade dos mesmos, como se tomar o lugar deles fosse torná-los mais maduros…), acabam dando continuidade a um padrão de relacionamento pais-filho estabelecido desde a tenra idade. Tornando-se isto uma regra, o casal nunca resolve seus problemas e não correm os riscos inerentes às escolhas da vida.
Como se não bastasse, isto pode acontecer à revelia de um dos cônjuges, gerando conflitos internos e externos ao casal. Internos, ou seja, entre os cônjuges, na medida em que conflitam sobre a necessidade ou não de “ajuda” e externos, isto é, entre os interventores e o cônjuge resistente, e até entre os parentes de um cônjuge contra os parentes do outro, todos disputando o poder pelo destino do casal.
Ele chegou… O que será de nós?
A chegada do bebê normalmente é motivo de grande alegria para o casal e para a família de origem de cada cônjuge. Mas é também motivo de estresse e, em alguns casos, de rompimento conjugal. Quando estes vêm no início do casamento, o casal, ainda às voltas com outros problemas de ajustamento, tende a sofrer uma sobrecarga de tensão. É freqüente o surgimento de problemas financeiros devido ao aumento de despesas trazidas pelo novo membro da família. É preciso satisfazer o cônjuge, consolidar a carreira e cuidar de um ser absolutamente dependente.. . quem e quantos agüentam?
O relacionamento conjugal muda necessariamente. É normal que a mãe passe a dar mais atenção ao bebê do que ao marido nos primeiros meses após o seu nascimento, inclusive com diminuição do desejo sexual.
Alguns homens têm grande dificuldade de aceitarem “dividir” a sua mulher com este “outro” e sentem-se rejeitados. Já as mulheres, cientes de que não estão correspondendo às expectativas dos maridos e sentindo-se menos atraentes devido às alterações corporais da gravidez, temem ser abandonadas.
Além dos problemas financeiros e sexuais, muda a rotina e o cotidiano do casal. Antes podiam viver como nos tempos de solteiros: livres, leves e soltos…depois o programa de final de semana passa a depender de uma complicada operação logística, incluindo carrinho de bebê, mamadeiras, guarda-sol, em um ritmo determinado pelo bebê. No caso de crianças maiores, muda apenas o arsenal mas não a guerra… Em se tratando de um programa que se pretenda a sós, sorte daqueles que podem contar com os avós e as tias.
O grande risco nesse momento é do casal não conseguir administrar esta nova realidade e se deixar levar pelo estresse. Estressados, gradativamente perdem o interesse um pelo outro e pelas atividades comuns, passando a ser um casal unido apenas pela necessidade de criar os filhos.
Conclusão
Cada etapa da vida conjugal tem as suas próprias características e desafios. Não é possível encontrar consenso sobre qual seria a etapa mais ou menos difícil. O verdadeiro problema não está no caminho que se percorre mas no caminhar.
Os cinco primeiros anos de casamento serão melhor vividos se os desafios próprios desta etapa forem reconhecidos e enfrentados. Um deles é o estranhamento: embora seja necessário para o estabelecimento de uma relação mais fundamentada no real e no possível, o desencantamento deve dar lugar a “momentos encantados”, isto é, a alguma fantasia e romantismo, permitindo um reviver da paixão, que pode salvar o casamento da tentação de relacionamentos extraconjugais.
Outro desafio é o relacionamento com a família de origem: somente mantendo a devida distância, o novo casal poderá desenvolver- se efetivamente como uma nova família, capaz de autogestão livre e responsável, através do diálogo e da cooperação mútua. Finalmente, o desafio das crianças pequenas: se o casal renunciar ao estilo de vida de solteiro mas sem abrir mão de preservar a sua intimidade, equilibrando os papéis de marido e mulher e os papéis de pais, o crescimento da família será menos motivo de estresse e mais de felicidade.
Publicado por: Silvia em: janeiro 2, 2010
Brilho do início do namoro muitas vezes ofusca as diferenças entre um casal. Mas com o passar do tempo as divergências começam a surgir. Para evitar o desgaste da relação, é importante ter em mente que ceder faz parte de um relacionamento.
A psicóloga Érica Pinheiro afirma que, para uma vida a dois, algumas vezes é importante ceder para viver em harmonia. “Quem deseja manter um relacionamento harmônico precisa ser paciente, saber a hora de ceder, de recuar e, acima de tudo, de aceitar o outro como ele é, afinal, ter defeitos não é exclusividade da pessoa com quem nos relacionamos. “
Para Érica, abrir mão de algumas vontades não é tarefa mais fácil, porém nada que o amor e o respeito não ajudem. “Vale a pena esforçar-se para fazer com que o relacionamento funcione. Cada um tem que saber quando deve ser a sua vez de ceder. Por mais difícil que seja, não prolongue discussões sem fundamento. Entenda e respeite o outro. Mostre que você percebe quando sua(seu) parceira(o) está mais frágil e precisa da sua compreensão”, aconselha.
“O segredo é não se preocupar com fórmulas de sucesso ou de fracasso e procurar sempre dar o melhor de si sem esperar do outro aquilo que ele muitas vezes não pode nos dar, ou seja, aprender a ser feliz com os elementos que dispomos”, destaca a psicóloga.
Evite discussões desnecessárias
1 – Não grite; em vez disso, mantenha um diálogo descontraído, fale o que espera do parceiro e ouça as necessidades dele;
2 – Se ele(a) deseja fazer um programa diferente do seu, entre num acordo. Ceda a vez para ele com a condição de que na próxima vez você quem escolherá;
3 – Saiba que mesmo vivendo sob o mesmo teto seu parceiro tem opiniões diferentes da sua, por isso não queira que o outro entenda o problema como você entende; em vez disso, demonstre como você se sente;
4 – Não jogue a culpa para o outro. Fale dos problemas sem cobrar, culpar, acusar ou criticar. Isso torna o relacionamento mais saudável;
5 – Exponha suas vontades. Não fale “você não me liga”, “você não me entende”; prefira “eu sinto falta de você”, “eu gostaria que você ligasse”, por exemplo;
6 – Fale como você gostaria que a situação se resolvesse, sem críticas. Isso permite que o casal avalie alternativas e, juntos, tomem uma decisão de comum acordo.
Publicado por: Silvia em: dezembro 8, 2009
Esperar em Deus não é fácil. Frequentemente parece que Ele não está respondendo às nossas orações ou que não compreende a urgência da nossa situação. Tal modo de pensar supõe que o Senhor não está no controle ou que não é justo. Mas sempre vale a pena esperar em Deus. “A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca. Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.” (Lm 3:24-26). O Senhor usa frequentemente o tempo de espera para nos revigorar, renovar e ensinar. Enquanto espera, tente descobrir o que Deus deseja ensinar-lhe.
Publicado por: Silvia em: novembro 20, 2009
Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos,
2 Coríntios 4.13
Deus criou com palavras tudo o que vemos. Deus disse: “Haja luz” e houve luz. Hebreus 11.3 diz que tudo que é visível foi criado a partir do invisível. Deus tem bênçãos estocadas para você no reino espiritual que você não pode não estar experimentando, mas elas existem.
Diga palavras positivas hoje e chame todas essas coisas que não são (que são invisíveis) em sua vida (veja Romanos 4.17). Se enfrentar algum problema hoje, diga: “Meu problema é temporário. A Palavra de Deus diz que sou mais que vencedor por causa do amor de Cristo por mim. Embora ainda não veja as respostas, Deus providenciará tudo de que necessito”.
Publicado por: Silvia em: novembro 6, 2009
Você tem o hábito de juntar objetos que são inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar?
Tem o hábito de juntar dinheiro e não gastar, pensando que no futuro poderá faltar?
Tem o hábito de guardar roupas, jogos, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usa há bastante tempo?
E dentro de você?…
Tem o hábito de guardar o que sente, rixas ressentimentos, tristezas, medos, pessoas etc?
Não faça isso!
É anti-prosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida. É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida para que a prosperidade venha. Enquanto você estiver material e emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Limpe as gavetas, os armários, seu quarto, a garagem de tudo que não é mais usado.
A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que estancam sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência. Você acredita que amanhã poderá faltar e que não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, estará enviando duas mensagens para seu cérebro e para sua vida:
1º… Você não confia que Deus suprirá suas necessidades!
2º… Bloqueia a chegada do novo e do melhor para você, uma vez que se alegra em guardar coisas velhas e inúteis!
Portanto, não perca mais tempo.
Confie que o futuro só a Deus pertence e que nada vai te faltar, porque é Ele quem supre as nossas necessidades.
Publicado por: Silvia em: outubro 30, 2009
V ocê pode se ressentir da quantidade de trabalho que tem à sua frente ou você vai se envolver nesse trabalho e usa-lo como uma magnifica oportunidade de criar um grande valor. Você pode examinar cada retrocesso como uma punhalada fatal sobre os seus sonhos ou você pode aprender com os altos e baixos e assim ver acontecer as realizações dos seus sonhos se tornarem muito mais valiosa em função dos desafios que você teve que enfrentar.
Você pode decidir em sua mente que está todo mundo querendo te apanhar e se retirar para uma vida de sustos e temores ou você pode se lançar em meio ao confuso, embaralhado, empolgante e gratificante mistura que cada momento lhe traz e assim encontrar um real tesouro nisso tudo.
Você pode se sentar, esperar, reclamar e convencer a si mesmo que as coisas nunca irão melhorar ou você pode entusiasticamente fazer da vida – pela graça de Deus – o melhor que você possa. Em todo o tempo, em qualquer situação, você sempre tem uma escolha. Que essa escolha possa refletir uma profunda gratidão por tantas coisas boas que já aconteceram na vida hoje. A escolha é sempre sua!
Para Meditação:
Não temerá más noticias; o seu coração está firme e nada temerá. Salmos 112:7
Publicado por: Silvia em: outubro 5, 2009
Não estás deprimido, estás distraído. Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia.
Não estás deprimido, estás distraído. Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado.
Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma. Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas, alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.
Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção.
Não existe a morte, apenas a mudança. És movido pela força natural da vida. A mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha;a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.
Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo. E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.
Lembra-te: “Amarás ao próximo como a ti mesmo.” Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.
Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos. Não estás deprimido, estás desocupado.
Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.
Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão. Dá sem medida, e receberás sem medida.
E não te deixes enganar por alguns maus, por alguns homicidas e suicidas. O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso. Uma bomba faz mais barulho que uma carícia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.
* Enfrentamos momentos em que os pensamentos depressivos, desencorajadores parecem desejar tomar conta de tudo. Os ombros caem… A voz baixa de tom…
Os olhos já não se abrem tanto…
Tais momentos, porém, devem durar apenas o tempo da reflexão necessária, o tempo da conquista da sabedoria e, logo depois, devem ser seguidos por nova atitude.
Uma nova atitude de renovação, de mudança, que nos faz trilhar por novos caminhos, com novas forças. De nada adianta se entregar à inércia emocional. De nada adianta a autopiedade.
Não são caminhos, são paredes que construímos à nossa frente, impedindo a nós mesmos de prosseguir. Não nos permitamos distrair pelas mazelas da vida, esquecendo tão facilmente o bem que recebemos sempre.
Não nos deixemos desocupar, abrindo, através da hora vazia, portas e janelas para ondas de pensamento deletério que flutuam no ar. A desocupação, a inutilidade são polos atraentes de influências perigosas, pelas quais pagaremos alto e amargo custo.
Afastemos a depressão de nosso coração. Abracemos a vida e o renascer diário com todo nosso amor.
Publicado por: Silvia em: setembro 18, 2009
Se a tristeza vier por qualquer motivo,
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