Mosaico Weblog

Principio do Vazio

Publicado por: Silvia em: Novembro 6, 2009

Você tem o hábito de juntar objetos que são inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar?

Tem o hábito de juntar dinheiro e não gastar, pensando que no futuro poderá faltar?

Tem o hábito de guardar roupas, jogos, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usa há bastante tempo?

E dentro de você?…

Tem o hábito de guardar o que sente, rixas ressentimentos, tristezas, medos, pessoas etc?

Não faça isso!

É anti-prosperidade.

É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida. É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida para que a prosperidade venha. Enquanto você estiver material e emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.

Limpe as gavetas, os armários, seu quarto, a garagem de tudo que não é mais usado.

A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra sua vida.

Não são os objetos guardados que estancam sua vida, mas o significado da atitude de guardar.

Quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência. Você acredita que amanhã poderá faltar e que não terá meios de prover suas necessidades.

Com essa postura, estará enviando duas mensagens para seu cérebro e para sua vida:
1º… Você não confia que Deus suprirá suas necessidades!
2º… Bloqueia a chegada do novo e do melhor para você, uma vez que se alegra em guardar coisas velhas e inúteis!

Portanto, não perca mais tempo.

Confie que o futuro só a Deus pertence e que nada vai te faltar, porque é Ele quem supre as nossas necessidades.

A escolha é sempre sua

Publicado por: Silvia em: Outubro 30, 2009

V ocê pode se ressentir da quantidade de trabalho que tem à sua frente ou você vai se envolver nesse trabalho e usa-lo como uma magnifica oportunidade de criar um grande valor. Você pode examinar cada retrocesso como uma punhalada fatal sobre os seus sonhos ou você pode aprender com os altos e baixos e assim ver acontecer as realizações dos seus sonhos se tornarem muito mais valiosa em função dos desafios que você teve que enfrentar.

Você pode decidir em sua mente que está todo mundo querendo te apanhar e se retirar para uma vida de sustos e temores ou você pode se lançar em meio ao confuso, embaralhado, empolgante e gratificante mistura que cada momento lhe traz e assim encontrar um real tesouro nisso tudo.

Você pode se sentar, esperar, reclamar e convencer a si mesmo que as coisas nunca irão melhorar ou você pode entusiasticamente fazer da vida – pela graça de Deus – o melhor que você possa. Em todo o tempo, em qualquer situação, você sempre tem uma escolha. Que essa escolha possa refletir uma profunda gratidão por tantas coisas boas que já aconteceram na vida hoje. A escolha é sempre sua!

Para Meditação:

Não temerá más noticias; o seu coração está firme e nada temerá. Salmos 112:7

Não Estás Deprimido! – Faculdo Cabral

Publicado por: Silvia em: Outubro 5, 2009

Não estás deprimido, estás distraído. Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia.

 Não estás deprimido, estás distraído. Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado.

Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma. Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas, alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.

Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção.

Não existe a morte, apenas a mudança. És movido pela força natural da vida. A mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha;a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.

Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo. E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.

 Lembra-te: “Amarás ao próximo como a ti mesmo.” Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.

Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos. Não estás deprimido, estás desocupado.

Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.

Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão. Dá sem medida, e receberás sem medida.

E não te deixes enganar por alguns maus, por alguns homicidas e suicidas. O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso. Uma bomba faz mais barulho que uma carícia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.

* Enfrentamos momentos em que os pensamentos depressivos, desencorajadores parecem desejar tomar conta de tudo. Os ombros caem… A voz baixa de tom…

 Os olhos já não se abrem tanto…

Tais momentos, porém, devem durar apenas o tempo da reflexão necessária, o tempo da conquista da sabedoria e, logo depois, devem ser seguidos por nova atitude.

Uma nova atitude de renovação, de mudança, que nos faz trilhar por novos caminhos, com novas forças. De nada adianta se entregar à inércia emocional. De nada adianta a autopiedade.

Não são caminhos, são paredes que construímos à nossa frente, impedindo a nós mesmos de prosseguir. Não nos permitamos distrair pelas mazelas da vida, esquecendo tão facilmente o bem que recebemos sempre.

Não nos deixemos desocupar, abrindo, através da hora vazia, portas e janelas para ondas de pensamento deletério que flutuam no ar. A desocupação, a inutilidade são polos atraentes de influências perigosas, pelas quais pagaremos alto e amargo custo.

Afastemos a depressão de nosso coração. Abracemos a vida e o renascer diário com todo nosso amor.

Felicidade e o seu objetivo

Publicado por: Silvia em: Setembro 18, 2009

Se a tristeza vier por qualquer motivo,

faça o seguinte:

Evite as sombras que ficaram para trás,

olhe o caminho a sua frente

e siga sempre.


Assopre o pensamento triste,

deixe escorrer a última lágrima,

vá até o final do poço,

mas volte renovado


Então respire fundo

tirando da natureza a energia

 para limpar os pulmões.


Abra então a janela,

aquela que dá para o vôo dos pardais,

procure a luz que pisca adiante.


Ao encontrá-la,

coloque-a dentro do peito,

de tal jeito que possa ser notada

do lado de fora; 

 
espalhe a cor rosa em torno de si…
Dê amor…

a todas as criaturas vivas… 


A felicidade é o seu objetivo…
E a paz que voce procura

será encontrada dentro de você
onde DEUS colocou um pedacinho de si

Pegue sua Pá

Publicado por: Silvia em: Setembro 12, 2009

Não se espante com os problemas,

nem se deixe levar pela maré,

o que hoje parece ser o fim, pode ser rcomeço,

pode indicar um novo caminho,

mesmo entre pilhas de destroço,

como os japoneses depois da bomba atômica,

encolhidos entre o sentar e chorar os mortos,

ou pegar uma pá e reconstruir.

Mesmo chorando a dor da perda,

cada um pegou a sua pá e decidiram viver,

e fazer um novo país, um novo modelo de país,

sem guerras, sem revolta, com dedicação.

Talvez a sua vida pareça destruída por uma bomba,

talvez você também esteja se sentindo encolhido ,

pequenininho entre as dores dos escombros,

e o que sobrou de você é muito pouco…

Mas, eu lhe garanto que o dia se abre em POSSIBILIDADES,

e que depende da sua decisão entre sentar e chorar,

ou pegar uma pá e reconstruir, remover os cacos,

e com os pedaços que se espalharam, construir.

Você pdoe construir a casa que desejar,

depois da destruição da bomba, o terreno está limpo,

cabe o que você sonhar, e depois de erguer

sua nova casa pode ser que você descubra,

que a antiga que você achava o máximo,

era apenas um barracão cheio de sonhos.

Pegue a sua pá e vamos juntos reconstruir

Eu acredito em você.

Faça

Publicado por: Silvia em: Setembro 5, 2009

Faça do sofrimento um motivo a mais para sair caminhando. Faça das tristezas, das agruras do dia-a-dia, aquela alavanca que faltava para o impulso que leva à felicidade. Faça do desânimo um motivo a mais para encontrar a vontade escondida, deixada num canto, esquecida. Faça com que sua vida tenha verdadeiros motivos para ser levada a sério e não apenas que seja vivida por viver.Faça de tudo para levar felicidade às outras pessoas e, principalmente, levar a felicidade a você mesmo. Afinal de contas, nunca é demais ser feliz.

Felicidade Realista (Mário Quintana)

Publicado por: Silvia em: Agosto 28, 2009

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

Você pode ser feliz solteiro,

feliz com uns romances ocasionais,

feliz com um parceiro,

feliz sem nenhum.

Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.

Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.

Não perder tempo juntando, juntando, juntando.

Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça,

como um pouco de humor,

um pouco de fé

e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.

Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,

amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz,

mas sem exigir-se desumanamente.

A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade

Se a meta está alta demais, reduza-a.

Se você não está de acordo com as regras, demita-se.

Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples,

você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

Ela transmite paz e não sentimentos fortes,

que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.

Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

Oração do Silêncio – Frei Fernando

Publicado por: Silvia em: Agosto 21, 2009

Senhor cala em mim
todas as vozes do mundo…
Porque tudo me fala…
Mesmo aquilo que não vejo
e até desconheço…

 

Cala em mim, Senhor,
as vozes do orgulho e da soberba,
pecados horrendos que deformam as almas…
Cala em mim as vozes da imaginação fútil
e dos pensamentos vãos…

 

Cala, Senhor,
as vozes da ilusão e da solidão…
As vozes da impureza e das incertezas
e as outras vozes que não fazem sentido…
Porque só servem às acusações e castigo
para a culpabilidade que é tanta…

 

Por isso, peço-te, ó Senhor,
do mais profundo silêncio de minha alma…
Fale-me a voz do teu perdão…
que me traz absolvição
e a graça que me refaz…

 

Fale-me a voz de tua paz…
que pacifica todo o meu ser,
fazendo-me viver
sem confusão alguma…

 

Por fim, fale em mim, Senhor,
A voz do teu Silêncio Sagrado…
Que é ternura de um Deus apaixonado
Que nos livra da morte e do pecado
Sacrificando-se pela nossa salvação…

 

Ah! Senhor!
Abre os ouvidos de nossas almas
como abristes o entendimento
dos discípulos de Emaús…
E faz com que vivamos em tal sintonia
com a harmonia do teu Silêncio…
que tenhamos o mesmo entendimento
da Vontade do Pai para a nossa vida,
como tiveste ao carregar
e morrer naquela cruz…

 

Senhor,
que aprendamos com o Silêncio de Maria,
a tua e nossa Santa Mãe, a silenciar também…
Ela, que Te guardava em seu coração…
Soube acolher com devoção
a vontade silenciosa do Pai…
que por Ti nos deu a Verdadeira Paz…
Definitivamente…

O Desafio de ser Solteira – Esly Regina Carvalho

Publicado por: Silvia em: Agosto 7, 2009

   O tema da solidão é comum e não há resposta fácil para ele. Penso ser seguro dizer que no geral a maioria dos solteiros irá experimentar mais solidão do que os casados.

  Em minha opinião, os solteiros devem tomar a decisão de aceitar esta realidade e depois buscar meios de combatê-la.

  Nenhuma solução vai aparecer sozinha; devemos encontrar ou fazer nossas próprias respostas para esta questão. Lembro-me de ter visitado um amigo certa noite, quando ouvimos bater na porta.

  Meu amigo apresentou o recém-chegado como Diretor da Faculdade onde ele lecionava, a qual fazia parte de uma grande universidade. O visitante desculpou-se por aparecer sem convite. “Minha mulher faz um estudo em grupo nesta noite”, explicou ele, “e minhas duas filhas tiveram de sair. Isso me deixou sozinho em casa.

  Você sabe como o homem é uma criatura indefesa quando fica numa situação dessas!” disse ele, voltando-se para o colega com um pequeno gesto desamparado. A seguir, com um riso meio-envergonhado, ele concluiu: “Eu sabia que você ia me receber”.

  As palavras soaram estranhas aos meus ouvidos. Um homem santo e culto, um líder entre os cristãos, incapaz de enfrentar a perspectiva de uma noite sozinho em seu próprio lar! Eu já vivia sozinha então por bem mais de 25 anos e não esperava jamais mudar minha situação.

  Todavia, não considerava isso um fardo, pois tinha a companhia de Jesus Cristo. O mesmo acontecia naturalmente com ele, é claro, assim como com o casal em cuja residência nos encontramos. Meu compromisso cristão não era maior do que o deles.

  Mas minha necessidade era, sendo esse o ponto crucial da questão. Eu conhecia a companhia de Cristo na intimidade de minha vida doméstica porque não tinha outro companheiro ali.

   Foi este o significado das palavras de Samuel Rutherford quando escreveu: “Nossas necessidades nos qualificam melhor para Cristo.” Minha solidão me levara a buscar e cultivar a companhia de Cristo.

  Meus amigos casados não tinham essa necessidade consumidora exceto de maneira geral. Sem sequer pensar no assunto, eles dependiam um do outro para companhia. Quando isso faltava, sentiam-se perdidos.

  Como eu jamais conhecera tal tipo de companheirismo, voltava-me constantemente para Deus a fim de encontrar uma comunhão que me capacitasse a sentir-me feliz sozinha em toda parte.

   Nunca deixei de me surpreender ao ver que as mulheres casadas nos chalés de verão à minha volta, embora declarassem em voz alta que gostariam de ficar ali durante a semana como eu, invariavelmente voltavam para a cidade com os maridos na noite de domingo.

 Pode ter havido boas razões para isso e provavelmente há. Mas as esposas, que conheço há anos, me contaram que a verdadeira razão é não conseguirem ficar sozinhas. Algumas admitem ter medo, outras não; mas, conforme elas mesmas afirmam, todas sentem-se incapazes de enfrentar a sua solidão.

  Eu já fiquei alegremente sozinha em meus verões, quando não fica ninguém por perto e eu passo muito bem. Não existe um lugar em que sinta menos solidão do que no chalé.

  Tenho muito maior probabilidade de sentir crises de solidão quando me encontro em Toronto, cidade densamente povoada. Nunca consegui saber com certeza a razão disso, exceto uma suspeita de que o sol do verão, as águas mornas e a liberdade de gozar do meu amor pela natureza em todas as coisas tímidas e selvagens ao meu redor tenham algo a ver com isso.

   A cidade é grande, impessoal, ruidosa e exaustiva, embora ofereça amizades excelentes e coisas fascinantes para fazer. A companhia de Jesus Cristo através do Espírito Santo não é um mito. Ele é a primeira pessoa a quem falo de manhã e a última a noite.

  Muitos dias Ele é o único com quem converso o dia todo. Tento não ter muitos dias de isolamento desse tipo, mas algumas vezes eles se tornam inevitáveis. As horas, porém, são, no geral, muito felizes. Não conversamos apenas de assuntos espirituais.

  Ele e eu, apesar de isso ser naturalmente parte do companheirismo de cada dia. Mantemos uma conversa contínua o dia inteiro, não importa o que eu esteja fazendo. Estou constantemente precisando da ajuda dEle com este problema, aquele empreendimento, esta atitude e aquela tentação. E sempre tenho acesso a ela.

  Ele me auxilia nas promessas coisas práticas como lembrar-me de que não desliguei o ferro, que devo sair às compras ou fazer um telefonema, ou sacudir minha memória quando me esqueço onde coloquei algo – como os meus óculos! Nós gozamos juntos as coisas belas com que Ele encheu minha vida – música erudita, cores e tecidos suaves, a sensação macia de um corpo peludo, o lampejo da asa de um pássaro brilhando como uma jóia, os tons rosa e âmbar do céu ao escurecer, a fragrância das flores orvalhadas, o calor amigo de uma lareira numa noite fria.

  Juntos partilhamos bons livros, concertos, peças ou balés, e coisas engraçadas. Juntos inventamos e escrevemos juntos um artigo ou um livro. Meu coração está constantemente se voltando para Ele em gratidão e louvor durante o dia e muitas vezes até altas horas à noite. Em troca, Ele o enche de Si mesmo.

  Uma situação dessas não aconteceu de repente. Tive meus períodos de solidão e angústia, muitos deles; e ocasionalmente ainda os tenho. Mas na medida em que me entrego a Deus numa participação alegre e grata de minha vida, Ele se entrega também a mim.

  Para os solteiros de Deus, o solteirismo é um dom divino. Embora o casamento seja chamado de “digno de honra” pelo escritor aos Hebreus (Hb.13:4) e Paulo declare que os que se casam não “pecam” (I Cor. 7:28), tanto Jesus como Paulo falam do estado de solteiro como sendo um dom (Mat. 19:22; I Cor. 7:7).

  Paulo também declara que ele é bom (I Cor. 7:8, 26, 28). E Tiago ensina que todos os dons de Deus são bons e até perfeitos (Tiago 1:17). Nessa natureza humana não vê facilmente a condição de solteiro sob esse aspecto, mas a Palavra de Deus ensina assim.

  Os dons de Deus talvez nem sempre sigam as nossas inclinações naturais, mas eles existem e satisfarão as nossas necessidades. Talvez os encontremos em lugares improváveis – uma doença, quem sabe, nos force a ficar sozinhos o bastante para aprendermos a enfrentar a solidão e depois disso nos sentiremos grato por podermos mover-nos e pelo privilégio de estarmos com outros.

  Uma ida casual a um centro de estudos pode revelar um talento latente para a música ou escrita, pintura ou fotografia, e podemos passar horas longas e solitárias em seu desenvolvimento, descobrindo finalmente ter descoberto um amigo cuja companhia irá consolar-nos em nossa solidão pelo resto de nossas vidas.

   É possível que tenhamos de sair em busca de nossos dons de suporte, mas descobriremos que possuímos aqueles de que necessitamos. Deus não deixa os Seus solteiros para lutarem sozinhos com o solteirismo! Não conheço todas as respostas para a solidão humana.

   Mas conheço a principal: aceitação sincera da vontade total de Deus e a prática deliberada diária, hora a hora e até momentânea de sua presença. Aprendemos isso fazendo, não há outro meio.

  Os solteiros precisam desenvolver os seus próprios métodos de vida. O que funciona para uns não dá necessariamente resultado para todos.   Nenhuma solução que você ou eu inventemos, nem todas elas juntas, poderão livrar-nos da solidão a não ser que tenhamos aprendido primeiro a apoiar-nos na companhia de Cristo.

Essa é a resposta básica à questão de como viver sozinhos com serenidade e paz. 

Filhos: superprotegê-los ou dar-lhes liberdade?

Publicado por: Silvia em: Julho 30, 2009

A educação dos filhos vem se tornando uma missão cada vez mais difícil para os pais. A crescente onda de violência faz com que muitos optem pelo caminho da superproteção.

Casos como o da jovem Eloá, morta após ser feita refém pelo namorado em São Paulo, causam extrema preocupação no que diz respeito a melhor maneira de educar os filhos.

Para a psicóloga Maria Helena Camarinha, tragédias como essa refletem a sociedade em que vivemos. “A família é um microsistema da sociedade. Como esta se encontra desestruturada, o desarranjo é percebido no ambiente familiar.

Eloá é um caso exemplar. Os pais separados e, além disso, um pai foragido da polícia. Em uma família com estrutura, não haveria permissão para que ela namorasse um rapaz com diferença de idade tão grande”, afirma.

 A especialista chama a atenção para o perigo das más companhias. “Muitos pais permitem que os filhos durmam na casa de colegas sem sequer conhecer a família deles. O que é um absurdo”, declara. A liberdade excessiva é outro problema. “Hoje os pais não dão limites, a própria escola não dá. Dar limites não é bater. É dizer sim e não”, diferencia.

A psicóloga também destaca a importância de se exercer um controle sobre o que os filhos andam assistindo. “Os pais devem orientar. Acompanhar o que as crianças andam vendo.

A internet, por exemplo, pode ser perigosa. Ela é, muitas vezes, utilizada por pessoas mal intencionadas” , encerra.

 

Fonte:  Rede Aleluia