Ana: Ela abriu seu coração à Deus

Ana era muito amada pelo seu amarido, mas ele tinha outra esposa, que tinha como objetivo atormentar a vida de Ana por essa ser estéril, e na cultura e época de Ana era pior porque todos speravam ter descendência para dar continuidade ao nome da família.Ser estéril era motivo de vergonha.

Penina ,a outra esposa de Elcana tinha muito ciúme de Ana por ser a favorita de Elcana, ela mencionou muitas vezes a esterilidade de Ana  a rebaixando.Seu marido ainda perguntou o motivo do sofrimento de Ana(1 Samuel 1:4-8).

Ao chegarem em Silo, destino da viagem que empreenderam, Ana que meditou em seu coração sobre o que diria a Deus em oração quando, chegando ao templo.Asim que pôde, Ana se separou do grupo e foi ao Tabernáculo de Deus.O Sumo sacerdote Eli etava lá, sentado perto a porta do templo.

Mas a taençaão de Ana estava em seu Deus, ali no Tabernáculo ela sentia que seria ouvida, mesmo que mais ninguém pudesse entender sua angustia, seu Pai celestial podia.Toda a amargura dentro de Ana veio à tona, e ela entrou em prantos.

Soluçando muito, Ana abriu seu coração à Deus, seus lábios tremiam, ela fez uma longa oração, expressando todos os seus sentimentos ao seu Pai.Mas fez mais do que apenas pedir a Deus que realizasse seu forte desejo de ter filhos.Ana não queria receber bênçãos de Deus, mas também queria dar-lhe o que podia. Assim, fez um voto dizendo que se tivesse um filho ela  o entregaria para servir a Jeová por toda a vida ( 1 Samuel 1:9 – 11).

Segundo esse exemplo, podemos observar que Deus convida seus adoradores a abrir seu coração a Ele e expressar todas as suas preocupações, sem reservas, como faria um filho que tem um pai amoroso (Sl 62: 1,1 Tessalonicenses 5;17).

Quando sentimos que a tristeza está tomando conta de nós, podemos seguir o exemplo de Ana e falar abertamente com Aquele qe a Bíblia chama de “Ouvinte de oração” (Sl 65:2). Se fizermos isso com fé, no lugar da tristeza poderemos sentir ” a paz de Deus, que excede todo pensamento”(Filipenses 4:6, 7).

Depois disso seu semblante não estava mais preocupado, apesar de ter ouvido críticas de Eli, o sumo sacerdote, que ao perceber sua oração com tanto fevor, e seu choro convulsivante, imaginou que ela estivesse embriagada, e a censurou.

Os meses se passaram  a paz que Ana sentia se transformou numa indescritível alegria.Ela estava grávida! E não parou aí, ela teve mais cinco filhos.

Mas a maior benção de Ana tenha sido sua relação com seu Pai celestial.

Você sabe ceder?

Brilho do início do namoro muitas vezes ofusca as diferenças entre um casal. Mas com o passar do tempo as divergências começam a surgir. Para evitar o desgaste da relação, é importante ter em mente que ceder faz parte de um relacionamento.

A psicóloga Érica Pinheiro afirma que, para uma vida a dois, algumas vezes é importante ceder para viver em harmonia. “Quem deseja manter um relacionamento harmônico precisa ser paciente, saber a hora de ceder, de recuar e, acima de tudo, de aceitar o outro como ele é, afinal, ter defeitos não é exclusividade da pessoa com quem nos relacionamos. “

Para Érica, abrir mão de algumas vontades não é tarefa mais fácil, porém nada que o amor e o respeito não ajudem. “Vale a pena esforçar-se para fazer com que o relacionamento funcione. Cada um tem que saber quando deve ser a sua vez de ceder. Por mais difícil que seja, não prolongue discussões sem fundamento. Entenda e respeite o outro. Mostre que você percebe quando sua(seu) parceira(o) está mais frágil e precisa da sua compreensão”, aconselha.

“O segredo é não se preocupar com fórmulas de sucesso ou de fracasso e procurar sempre dar o melhor de si sem esperar do outro aquilo que ele muitas vezes não pode nos dar, ou seja, aprender a ser feliz com os elementos que dispomos”, destaca a psicóloga.

Evite discussões desnecessárias

1 – Não grite; em vez disso, mantenha um diálogo descontraído, fale o que espera do parceiro e ouça as necessidades dele;

2 – Se ele(a) deseja fazer um programa diferente do seu, entre num acordo. Ceda a vez para ele com a condição de que na próxima vez você quem escolherá;

3 – Saiba que mesmo vivendo sob o mesmo teto seu parceiro tem opiniões diferentes da sua, por isso não queira que o outro entenda o problema como você entende; em vez disso, demonstre como você se sente;

4 – Não jogue a culpa para o outro. Fale dos problemas sem cobrar, culpar, acusar ou criticar. Isso torna o relacionamento mais saudável;

5 – Exponha suas vontades. Não fale “você não me liga”, “você não me entende”; prefira “eu sinto falta de você”, “eu gostaria que você ligasse”, por exemplo;

6 – Fale como você gostaria que a situação se resolvesse, sem críticas. Isso permite que o casal avalie alternativas e, juntos, tomem uma decisão de comum acordo.

Fonte: Arca Universal

Carencia Afetiva

 Você coloca todas suas perspectivas de vida em relacionamentos amorosos?

Existem pessoas que ao longo da vida acabam se envolvendo com os mais variados tipos de pessoas, simplesmente porque não conseguem viver sozinhas.

 O que não imaginam é que, geralmente, esses relacionamentos baseados na carência excessiva de uma das partes podem ser extremamente destrutivos.

 Segundo a psicóloga Kátia Beal, especialista em relacionamentos amorosos, pessoas carentes têm uma visão distorcida do amor. “Alguém que se envolve só para não ficar sozinho é aquele que tem baixa autoestima, ou seja, não acredita no próprio valor, não gosta de si mesmo, se acha sem atrativos e incapaz de ser desejado ou amado por alguém.

Por essa razão, acaba cedendo às investidas de outras pessoas, muitas vezes sem sentir nenhuma atração, e acabam ficando com quem lhe deu um pouco de atenção, muitas vezes nem importando com seus atributos internos e externos”, explica.

Idealizar os relacionamentos, colocar o outro em um pedestal, se envolver com qualquer tipo de pessoa, na maioria das vezes, acreditando que pode mudar o outro, podem ser atitudes que denunciam uma tentativa de fuga para encarar os próprios problemas, preocupando- se somente com o outro. “Algumas teorias da psicologia ainda acreditam que pessoas carentes não conseguem, mesmo que inconscientemente, diferenciar amor, dor e sofrimento”, orienta Kátia Beal.

 Amor que sufoca:  Inicialmente, os homens podem até gostar de mulheres carentes, devido aos cuidados e dedicação total que recebem, mas, depois de um tempo, passam a querer que ela tenha vida própria, pois, por carência, a pessoa acaba sugando toda a energia do outro, exigindo atenção constante e cobrando demais do relacionamento.

“Elas acreditam que quanto mais amarem e se doarem, mais serão amadas. Só que não é bem assim que funciona. Quando a pessoa esquece de cuidar de si própria, abre espaço para a rejeição e para a não valorização.

Pessoas rejeitadas começam a amar mais ainda, pois não admitem ‘perder’ o amor do outro, e começam a traçar novas estratégias para se sentirem amadas, por medo do abandono”, aponta. Ligar demais, mandar mensagens, enviar mimos, se fazer presente o tempo todo, pode ser irritante e até mesmo insuportável.

 Na busca pelo amor do outro, a dedicação pode ser tão grande que pressiona e inibe os sentimentos, na medida em que gera muitas expectativas e uma pressão desnecessária. Kátia Beal ressalta que, apesar de fazerem de tudo para assegurar o relacionamento, essas pessoas, normalmente, não encontram satisfação no que recebem, pois tendem a sufocar o parceiro e, por medo de serem abandonadas, tentam fazer até o impossível para ter o outro sempre por perto. “O indivíduo carente se anula, coloca o relacionamento como única prioridade, é inseguro, dependente, controlador e possessivo.

Relacionamentos assim podem ser destrutivos, pois não há uma verdadeira troca afetiva, há sempre um sufocando o outro, se sentindo cobrado e tendo que estar presente a todo instante.

Não podemos deixar de citar os indivíduos que mantém um relacionamento estável com uma pessoa e que, muitas vezes, acabam se envolvendo com outras por não encontrar carinho, afeto e atenção”, observa. Busque o autoconhecimento.

 Certamente, nenhum ser humano nasceu para viver sozinho, entretanto, para evitar que o relacionamento se torne destrutivo, o ideal é buscar uma certa independência, ter autonomia sobre sua vida para fazer suas próprias escolhas.

 Desta forma, a pessoa terá capacidade de escolher relações em que possa ter trocas mais maduras, com pessoas dispostas e prontas para dar e receber, para que ambos ganhem com a relação. “É necessário e imprescindível que ambos tenham amizades, dediquem-se aos estudos ou a um trabalho no qual sintam prazer e realização, cuidem do corpo e da mente, busquem o autoconhecimento e convivam com outros casais para compreender a dinâmica das outras relações e se espelhar também nelas, pois aprendemos muito com essa troca de experiências. Tudo visando não viver somente em função do relacionamento amoroso”, orienta Beal.

 A psicóloga alerta que a carência afetiva, hoje, pode ser considerada como um distúrbio de comportamento que afeta um número considerável de pessoas, tanto homens quanto mulheres. Ela explica que essas pessoas sentem e agem dessa maneira, muito provavelmente, por terem vivenciado experiências emocionais que não foram atendidas, tanto na infância, quanto em relacionamentos anteriores. “Não podemos buscar no outro aquilo que não conseguimos encontrar em nós mesmos, ou seja, devemos buscar dentro de nós o que nos falta.

Uma boa forma de se descobrir e se aceitar melhor é a psicoterapia, onde a pessoa passa a se conhecer melhor e a lidar melhor com os sentimentos, propiciando vivenciar relações mais satisfatórias e prazerosas, que agreguem bons sentimentos e bem estar”, aconselha.

 Fonte: Arca Universal

Canção à Dourada Senhora (Lya Luft)

Senhora dos Búzios, alta rosa,
nas mãos de ouro o espelho
onde se acolhe o destino:
envia-me solidão e amores
e me liberta dos males,
e me avisou de que vinhas.

Te postou no meu caminho
quando eu não acreditava,
quer que eu te aguarde e persiga
e adivinhe tuas dores,
dobre tuas alegrias
ou conquiste tuas penas
- como a sua voz comandar.

Pois quando calas e foges
quando sofres e endureces
e o mel da voz e do corpo
parece congelar,
ela te põe em meu colo
para que eu te dê
mais do que tenho:
âncora, asas, espada
e o meu amor serenado
para onde possas voltar.

Perseverar

Você já conjugou esse verbo?
 
Segundo o dicionário Aurélio quer dizer: 
 1.  Conservar-se firme e constante; persistir, prosseguir, continuar: 
 2.  Continuar a ser ou ficar; manter-se, permanecer, conservar-se, persistir:  
 3.  Conservar a sua força ou ação; continuar, perdurar, subsistir, persistir:    
 4.  Ter ou mostrar perseverança, firmeza; permanecer sem mudar ou sem variar de intento:
 
 
Eu persevero 
Tu perseveras
Ele persevera
E “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 10:22 e 24:13)
 
Viu? Esse verbo precisa ser continuamente conjugado no tempo presente da sua vida.
 
Andar com Deus não é uma tentativa, é a maior certeza que existe! Mas é preciso andar um dia após o outro, pois a obra que Deus pretende realizar na nossa vida não acontece de um dia para o outro. Veja:

“Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus.” Filipenses 1:6
 
Abraão esperou mais de 20 anos pela promessa; Josué e Calebe esperaram 40 anos. Todos eles alcançaram a bênção, mas tiveram que se manter determinados ao longo do tempo.
 
Tudo do lado de fora contribui para que você não espere pelo mover de Deus. Cabe a você entregar os pontos ou PERSEVERAR.
 
Não é fácil não, mas é necessário, para que você chegue à maturidade espiritual.
 
“Meus irmãos, considerem motivo de GRANDE ALEGRIA o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a PROVA DA SUA FÉ  produz PERSEVERANÇA. E a PERSEVERANÇA deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” – Tiago 1:2-4
 
e mais:
 
Com efeito, tendes necessidade de PERSEVERANÇA,  para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.” Hebreus 10:36
 
 
Certa vez, contando a Parábola do Semeador, Jesus disse que o coração bom, a boa terra, é aquela que produz frutos com perseverança. Veja:
 
“Mas a que caiu em boa terra são os que, ouvindo a palavra com coração reto e bom, a retêm  e dão fruto com PERSEVERANÇA. ” Lucas 8:14
 
 
Você é terra boa! Então, mantenha-se firme, não olhe nem para a direita, nem para a esquerda, olhe somente pra frente, pra Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé, pois Ele tem, com toda a certeza, o melhor para a sua vida.
 
“Mantenham o olhar firme em Jesus, nosso líder e orientador. Ele esteve pronto a padecer uma morte vergonhosa na cruz por causa da alegria que sabia que depois ia ter; e agora está  sentado no lugar de honra ao lado do trono de Deus. Se vocês querem evitar de se sentirem desfalecidos e cansados, pensem na resignação dele enquanto homens pecadores faziam essas coisas tão terríveis com ele.” Hebreus 12:2-3 Bíblia Viva
 
Guarde essa palavra no seu coração:
 
“Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois” (Lucas 13:33 a)
 

Inimigo do Relacionamento (Lúcia Rodovalho)

Quando nos entregamos para Jesus, fazemos uma decisão consciente, de boa vontade. O homem precisa do toque, do poder do Espírito Santo. Se o homem não nasce do Espírito ele não tem como vivenciar esta situação, esta intimidade com Deus. O nosso grande desafio não é o relacionamento com Deus, mas ser uma pessoa que fale com Deus. É trazer Deus para o nosso dia a dia, não ser religioso e ter sim uma: disposição.

A força do diálogo

Através de novas atitudes vêm as mudanças. Somente o jejum e a oração não resolverão relacionamentos e sim o diálogo e a compreensão. Se quisermos resolver problema de relacionamento não usemos jejum prolongado, precisamos resolver a crise através da confrontação do diálogo. Para sermos homens e mulheres de boa vontade são necessários atitudes concretas de mudança.

Generosidade

Boa vontade significa um espírito de generosidade para com a nossa família. Ao invés disto, muitas pessoas sabem afastar as outras através de atitudes negativistas.
Ter coração generoso é diferente de alguém que tem poder sobre nós. Muitas vezes as pessoas são “boazinhas” para nos controlar ou muitas vezes são generosas esperando algo em troca. e este espírito controlador gera poder. Mas devemos amar para sermos livres e não controladores para vivermos em prisão.

Devemos nos aliar em nossa família e não sermos adversários.

Jesus e Davi eram homens de boa vontade. Chegará à hora onde as pessoas que convivem conosco terão de ceder, só assim acharemos o equilíbrio.Tenhamos fé, pois tudo que falamos tem poder.

Para termos um espírito generoso, devemos praticar a generosidade. Para recebermos amor, temos que dar amor. A primeira coisa para ter vontade nos relacionamentos e ter um espírito generoso é falar: “Eu praticarei a boa vontade”.

Aparentemente Davi conquistou o trono tornando-se um servo de Saul. Ele poderia na mentalidade de Saul ser inferior, mas na dele ele não era. O que importa é o que sentimos e o que decidimos para nossa vida. Ser um homem e uma mulher de boa vontade é poder cultivar aceitação, saber que as pessoas são diferentes de nós.

Saúde mental

É a capacidade de aceitar a diferença dos outros sem nos incomodar. Tem pessoas que não suportam ouvir uma opinião diferente e normalmente as diferenças atraem as pessoas. São nesses momentos que precisamos entender que somos diferentes. Muitas vezes lutamos com situações que na realidade não são problemas, mas sim fatos normais da vida. Existem coisas que não mudam! Temos que ser homens e mulheres que entendam o que são problemas e o que são fatos da vida.

Quando nossas vidas estão do avesso tendemos a levar isso para relacionamentos. O apóstolo Paulo diz que devemos suportar uns aos outros, pois vai chegar o dia em que o seu cônjuge vai ter que te suportar e o tanto que suportamos é o tanto que receberemos. Infelizmente os relacionamentos estão fadados ao fracasso não por falta de amor, mas por falta de compreensão.

Comecemos a ter atitudes diferentes do que temos tido e as respostas virão.

Divórcio e amizade.Essa relação dá certo? (Dra Esly Carvalho)

“Puxa vida, poderíamos pelo menos ficar amigos!” Esta expressão ao telefone me fez parar e pensar. Nós, amigos? Creio que depois de uma separação, uma das muitas coisas que acabam sendo renegadas é a relação “pós-casamento”. E um dos desejos freqüentes é o de manter “ao menos” a amizade. 

Dona Zizi, com sua sabedoria de mãe, me diria que desejar isso é “querer todos os proveitos num saco só!” De fato, exprime vários desejos!” 

Primeiro, o desejo de não perder, de não sentir a perda profunda que é a separação; a vontade de amenizar a ameaça da “perda total”. É como se a pessoa raciocinasse assim: “Se ficamos amigos, salvamos pelo menos alguma coisa boa”. E com esta ilusão a pessoa se consola. 

Em segundo lugar, o desejo, muitas vezes, é real e sincero e faz parte da ambivalência que se vive ao se “desengajar”. Esta ambivalência é normal. Faz parte do processo de perder a intimidade do cotidiano. O casamento é uma intimidade partilhada a dois. A separação rompe este rumo e dá início ao processo inverso: o de tomar os cônjuges “estranhos” um para o outro. 

Pensar na possibilidade de ex-esposos continuarem amigos traz à tona a pergunta: o que significa ser amigo? Embora na amizade se partilhe um tipo de intimidade diferente, a confiança, a aceitação e o respeito são indispensáveis. Nossos amigos frequentam nossa casa (você quer mesmo que ele/ela venha visitá-lo (a)?) Aos amigos compartilhamos nossos segredos, nossos desejos e intenções, a nossa luta. Deles esperamos lealdade, fidelidade e aliança. Está ficando mais claro aonde estou querendo chegar? 

Com o ex-cônjuge, em geral, estas coisas não existem. Na época da separação é provável achar que a relação se pareça mais com um campo de guerra armada do que um espaço propício a bate-papos amistosos. Como bons “amigos”, jogam em times opostos, mesmo porque os interesses de cada um são diversos: dinheiros, futuro, etc. 

Também existe o fato de que muitas das dificuldades que levaram à separação continuam existindo depois. Por exemplo, se o casal não conseguia se comunicar claramente e cada um desconfiava do que o outro dizia, por que pensar que a simples separação mudou ou resolveu esta realidade? Afinal, se os dois conseguissem ser bons amigos, provavelmente estariam casados até hoje! 

Entretanto, há exceções (e “pseudo-exceções). Nas “pseudo-exceções”, um deles (ou os dois) faz tudo para ser amável e atencioso; para provar ao outro que ele (a) é legal. O preço disso é alto, pois é uma tentativa perdida e frustrada desde o início. Se ele (a) realmente pensasse que sou uma pessoa legal, ele (a) estaria comigo até hoje. Creio que é até motivo de libertação pessoal conseguir aceitar a idéia de que o outro não me aprova, não gosta mais de mim e, provavelmente, nunca me aprovará. Fico livre de tentar me justificar ou me defender, de me explicar para ele (a). Posso deixá-lo (a) pensar “mal” de mim. Daí, o que vier de bom é lucro. 

Conheço situações onde os ex-cônjuges têm um “bom” relacionamento mas, em geral, só depois de separados há muitos anos e ambos com lares refeitos. Também tenho visto situações onde o ex-cônjuge casou-se e há um bom relacionamento com a nova família. Entende-se que “bom” significa poder combinar os assuntos necessários de forma educada. (Às vezes, dá até para falar abobrinha sobre as crianças.) Mas isto também é resultado de aprendizado e leva tempo. 

Creio que quando um casamento acaba, o que realmente pode (e deve) ficar é o respeito. E respeito se impõe. Sou da firme opinião que caso se possa resgatar (ou manter) o respeito, o ex-casal deve se dar por muito satisfeito. É uma conquista. Para tanto, deve-se dar o exemplo e não permitir que conversas sobre determinados assuntos caiam no desrespeito. É melhor encerrar a conversa do que proceder em desacordo com as regras da boa educação. Isto significa, às vezes, um intenso trabalho e estar atento (a) para não “se enganchar”. Mas vale a pena o investimento.

 

Não há Obstáculos

Essa é a fé que agrada a Deus e produz o milagre. É a fé que traz tudo aquilo que não existe …

 

Levar as pessoas a um despertar da fé sobrenatural é o nosso ofício. Para tanto e, portanto, ela tem sido tema inesgotável em nossas pregações. Por esta razão, falaremos mais uma vez sobre ela. A fé a qual nos referimos é a que agrada a Deus e traz justiça para nós. Essa fé nos justifica e nos leva ao perdão divino.

Há muitos que neste momento acham-se pecadores demais e, por isso, indignos de merecerem ser ouvidos pelo Criador. Enquanto esse tipo de pensamento rondar a mente das pessoas, é óbvio que nada acontecerá.

Porém, quando a pessoa acredita na Palavra de Deus, que diz que se confessarmos nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar (1 João 1.9), ela discorre sobre seus pecados para o Senhor, e é imediatamente perdoada porque agiu a própria fé.

A partir do momento em que há confissão de pecados, há também exercício da fé sobre a Palavra de Deus e sobre Sua promessa. Assim, quando a pessoa cumpre a parte que lhe é devida, o Senhor Jesus cumpre a dEle. Isso faz com que haja uma renovação da consciência, que se torna limpa e purificada. É o próprio Espírito Santo que efetua esta limpeza e a testifica no coração da pessoa.

Essa é a fé que agrada a Deus e produz o milagre. É a fé que traz tudo aquilo que não existe à existência. É a fé que faz a pessoa conquistar a plenitude da vida abundante que nos foi prometida.

“É fácil assim?”, você pode perguntar. Eu lhes digo que sim, é fácil! As pessoas, as religiões e os teólogos são quem complicam. Afirmo que é fácil porque isso é apenas uma questão de colocar em prática aquilo que se crê.

Lembra do paralítico que foi levado à presença do Senhor Jesus? Como Jesus pôde ver a fé, já que é uma coisa abstrata? Porque a partir do momento em que eles (os quatro homens que levaram o paralítico, conforme está em Marcos 2.1-12) acreditaram que Jesus poderia curá-lo, não viram obstáculos.

Se você está passando por um momento difícil, uma atitude como essa pode mudar o rumo da sua vida. Deus não o chamou, meu amigo, para viver sem recursos e infeliz. Ele o chamou para ser Sua glória neste mundo, quer dizer, para que você venha, através de suas vitórias, a glorificá-Lo.

É isto que torna diferente a nossa vida, porque é pela fé que nós agradamos a Ele e vencemos o inferno, as dúvidas e o medo. É pela fé que nos tornamos invencíveis e inabaláveis. Foi pela fé que o apóstolo Paulo disse: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13). E se ele pôde, todos nós podemos.

Deus abençoe a todos.

Nunca Estamos Sós

Nem sempre sentirás ao teu lado

os amigos que velam por ti.

Não sintonizado com eles, por força de tuas

 inquietações,

terás a impressão de que te encontras abandonado.

Movimentar-te-ás, então, como autômato,

de um problema para outro,

sem soluções adequadas, sentindo-te inseguro.

Apenas tuas ondas mentais não se interligam

com as deles, como um rádio,

cujas antenas maldispostas,

não permitem uma transmissão perfeita.

Interferências de outras mentes,

afinadas com o teu lado inferior,

provocarão sempre essas sensações de abandono,

de angústia, de medo.

Benfeitores por ti oram. É preciso que ores

 também.

Amigos espirituais estendem-te, pressurosamente,

 as mãos.

É necessário tocá-las, estendendo as tuas, através da prece.

Quando, pois, as impressões infelizes

te assaltarem a mente e o coração, não as alimentes,

detendo-te nelas, como quem teima em provar

um fruto que já se sabe amargo…

Recolhe-te em oração.

Refugia-te no templo de tua própria consciência,

já iluminada pelo conhecimento da Verdade,

e entrega-te a Deus.

Ouve, na acústica da alma, a afirmativa do Senhor

Jesus:

“Não vos deixarei órfãos.” (João XIV, 18)

Ele, o nosso Irmão Maior, jamais nos abandonará.

Preciso é que não o abandonemos, também!

Recolhido em silêncio e prece, logo sentirás

a presença de teus Amigos Espirituais,

que inspirarão soluções, clareando-te a marcha.

Uma grande paz te cercará e irá penetrando,

devagarinho, todo o teu ser.

Asserenado verás, então, que não é difícil vencer a

 luta.

Acalma-te! E pelos caminhos da serenidade,

ouvirás a voz do Mestre, repetindo aos teus ouvidos,

as palavras que sustentaram os discípulos de todos os tempos:

“Não se perturbe o vosso coração!” (João XIV:1)

Dez Marcas de um Marido que Surpreende!

O desejo de toda mulher é viver ao lado de um marido que nunca deixa de fazer aquilo que um dia fez para conquista-la.

1. Assume publicamente seu amor pela esposa (Ct 2.4).

2. Compreende o momento dela (1 Co 13.6,7).

3. Faz e cumpre promessas (Mt 5.37).

4. Sabe ceder quando necessário. Uma questão de humildade. (Mt 5.3)

5. Sabe ouvir com o coração. Tem sensibilidade. (Tg 1.19)

6. Leva a sério as emoções da esposa. (1 Pe 3.7)

7. Oferece colo a ela no dia do nada. (Ct 1.4) Sabe ser afetuoso…

8. Sabe respeitar a família dela e leva em conta o histórico de sua vida. (Rt 1.16)

9. Não faz críticas destrutivas. (Pv 18.21)

10. Reconhece o valor da esposa e não perde as oportunidades de declarar isso em forma de elogios. (Ct 2.2)

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